SOTA

O que pode correr mal num SOTA (V)

Um Kamov no combate aos incêndios florestais
Um Kamov no combate aos incêndios florestais

Domingo 07 de Agosto 2016. Saída do QTH cedinho em direcção ao CT/MN-021 (Mourisca), para o programa do costume: a família larga-me onde começa a estrada de gravilha e segue de carro, enquanto eu vou indo a pé para cumprir as regras.

Problema número 1, apesar das explorações virtuais aos diversos caminhos rodoviários, o que apresentava declive mais favorável apesar da distância ser maior (pouco mais de 3km), revelou-se impraticável para um Megane break. Só esvaziando os pneus é que o carro iria lá acima (mas isto só se fosse meio louco e meio parvo). Resultado, eu vou, elas vão dar uma volta o pessoal comunica pelos PMRs (uma ainda é CR7 as outras duas são menores)…

Problema número 2: pelo caminho seguido pelo carro, há pequenos fogos juntos à estrada, com bombeiros a controlar e a pedir para se possível, ir para outro lado. Ora bolas! Nos sites fogos.pt e prociv, não havia incêndio por perto, quando consultados antes de sair de casa! Sou informado disto tudo via rádio (PMR). No meio da Serra, solto em bom som um par (eram mais) de c4r4lh4d4s, entre outras expressões em latim e grego arcaico. Se há coisa que me deprime desde miúdo são os fogos florestais. 🙁

Lá vim eu para trás, rapidamente resgatado pela família enquanto já me sobrevoava o Kamov CS-HMP (número 3). Cancelamos a expedição ao Cume e resolvemos ir passar o resto do dia a Arcos de Valdevez.

Conclusão: Entre o sair de casa e o chegar ao início do trilho, as condições podem mudar abruptamente e sem pré-aviso.
73 de CT7AFR, Emmanuel.

O que pode correr mal num SOTA (IV)

Hoje, em CT/MN-026 Alto do Gião, estava como se pode ver no vídeo

Curiosamente, à medida e que o tempo ia passando; i.e., o Sol ia subindo no horizonte e aquecendo a moleirinha, a intensidade do QRM foi descendo de S9+20dB para S7/S8, o que me permitiu fazer 12 QSOs no 40 metros com Portugal, Espanha e Itália.

73 de CT7AFR, Emmanuel.

O que pode correr mal num SOTA (III)

Shack portátil
Shack portátil

Para mim, a Quinta-feira 28 de Julho foi dia de pouco trabalho, tão pouco que deu para replanear uma coisa que há muito queria fazer: um SOTA de fim de tarde. Para um SOTA destes, teria de ter um carro de apoio para o regresso. Então teria de ser um local de SOTA ao qual um carro poderia chegar perto. Para escolher um ponto destes, não há nada como o GoogleTerra para avaliar o tipo de estrada. E dentro dos pontos disponíveis, o mais provável seria activar um ponto junto de alguma capelinha ou de um parque eólico. Ficou decidido activar o CT/MN-032 (Alto da Pena) que, de carro, fica a três quartos de hora do QTH. Saímos do QTH pouco depois das 1800LT e pouco antes das 1900LT fui largado no ponto inicial do trilho que me levaria ao ponto de SOTA.

O trajecto a pé foi feito pela estrada de gravilha que começa Estrada Municipal M-516 e termina perto do Vértice Geodésico de primeira Ordem, São Paio. Pelas medições previamente feitas, tratar-se-ia de um trajecto com perto de 4,5 km, sempre a subir, com uma mochila de 7 quilos às costas… Estimei uma duração de 1,5 a 2 horas de caminhada. Correu melhor do que previsto: uma hora e cinco minutos. A temperatura do ar estava a 27ºC (à porta do QTH estavam 32ºC). Correu melhor do que previsto?! Então o que é que correu mal??? A máquina fotográfica ficou esquecida na garagem do QTH e o telemóvel seguiu no carro para o Alto da Pena… O que se pode aprender com isto? Um checklist só não chega!!! Na aviação, cada aeronave possui um porradão de checklists, é para tudo: Preflight Inspection, Before Start, Taxi, Normal Takeoff, Enroute Climb, Cruise, etc… Numa aeronave tão “simples” quanto um Cessna 172, são perto de vinte! Portanto, para o SOTA, além do checklist para a mochila (preflight), preciso de um checklist “before start” para quando estou ainda no QTH, outro para quando o carro me larga, etc…

Lá em cima, já estava a família a conviver com os protagonistas de uma festa de aniversário que estava a ocorrer junto ao VG, quando cheguei de mochila às costas e cana de pesca à mão. Meio dedo de conversa e toca a “armar a coisa”. Foi o dia de estreia para o meu “manpack” (não é bem um manpack, mas… ver foto). Agora, só preciso de montar a antena, ligar esta ao rádio e meter fogo à peça. Por questões de refrigeração, tirei o “manpack” da mochila e pousei-o no pilarete que fica junto ao VG.

Pelas 2027LT spotei-me no sotawatch, no minuto seguinte fiz o meu primeiro contacto com o colega EA2DT, seguido dos colegas OK2PDT e G0SLR. Neste momento, com apenas 3 QSOs no Log e o Sol a tocar no horizonte espanhol, começou um jejum preocupante, a banda dos 40 metros estava bastante animada, mas ninguém queria nada comigo. Passei ao plano-B, chamar nos repetidores. Atendeu-me o colega Jorge (CT2IQK) que só podia operar nos 2m e com quem não conseguia fazer uma directa entre o Alto da Pena e Braga… Seguiu-se o plano-C, enviar um SMS aos suspeitos do costume CT1HIX e CT2HKN. O CT1HIX estava longe e apenas com 2m-FM na mão não foi possível o contacto. Voltei para o HF, chamei, chamei, chamei, vigiando a tensão da minha bateria. O Sol já se tinha escondido, já só o crepúsculo iluminava o meu shack improvisado. Estava a vista o meu primeiro SOTA inválido para pontuação…

No pequeno desespero que me estava a invadir, com a família já a perguntar se já tinha conseguido os QSOs que queria, toca-me o telemóvel por ordem do Miguel (CT2HKN). Blah, blah, blah, 7,188 Mhz siga! Estava ele e o colega João (CT2GSN) a afinar uma antena e vieram ao meu socorro. Passei assim de 3 para 5 QSOs, ficando este último registado às 2101LT.

73 para aqui, 73 para ali, desmonta que se faz tarde e estavam ali, no carro, pelo menos duas barriguitas a dar horas…

Resumindo, o SOTA ficou validado com alguma sorte e graças ao espírito de ajuda dos colegas que provavelmente foram jantar mais tarde, comida já esfriada, porque ficaram de volta dos rádios a terminar aquela coisinha que “já estava quase”… A todos com quem tive o privilégio de falar neste SOTA, por SMS ou QSO, fico obrigado.

73 de CT7AFR, Emmanuel.

P.S. As coordenadas deste ponto SOTA estão erradas, o ponto SOTA coincide com o Vértice Geodésico cujas coordenadas são: N41º 55′ 17.6446″ W8º 42′ 53.0200”

O que pode correr mal num SOTA (II)

Activando o Monte Sameiro (CT/MN-035)
Activando o Monte Sameiro (CT/MN-035)

Não era minha intenção escrever uma sequela para a primeira (relativamente) má experiência durante um SOTA, mas a bem do SOTA, partilho aqui mais uma estória. 🙂

O fim de semana foi muito complicado em termos de disponibilidade. Não podendo levar a cabo os SOTAs previstos, tirei da gaveta uma ideia de recurso: fazer um SOTA na companhia de um dos meus irmãos, em jeito de “rapidinha”.

A ideia era: enquanto trilhavamos o monte, ele ia procurando umas caches e eu, chegado ao cume, tentaria fazer uns contactos. OK, um telefonema, umas trocas de informações e como ele vive na “zona”, ele seria o guia… Encontrados no “meeting point”, lá iniciamos um trilho com (segundo o meu GPS) cerca de 3,8 quilómetros.

Sobe e desce, uma cache aqui, outra ali, o passeio ia a bom rítmo pela sombra dos pinheiros ou dos eucaliptos. Até que diz o meu irmão: «já falta pouco». Pensava eu, olhando para o GPS, que ele estaria a tentar motivar-me por eu estar a carregar uma mochila de 9 quilos às costas, enquanto ele só tinha nas mãos um smartphone e um bastão de caminhada (note-se que a minha mochila perdeu já 3 quilos, desde o primeiro SOTA que fiz). 🙂

A caminhada seguia o seu percurso quando de repente, diz o meu irmão: “É ali!”. Subimos a umas rochas, por sinal muito parecidas às que tinha visto através do GoogleTerra, típicas do Minho, mas o meu GPS dizia que faltavam ainda cerca de 1800 metros em linha recta. Confuso com a discrepância – ter-me-ia enganado ao inserir as coordenadas no GPS? – rodo sobre o meu eixo vertical para apontar os olhos na direcção do azimute indicado pelo GPS e PIMBA! Qual estalo na testa? Estava lá o ponto SOTA, mesmo à minha frente, no monte do outro lado do vale!!! Hahahaha. O meu irmão não sabia onde se meter… eu também não! 😀

Pelas horas, trajecto que ainda faltava percorrer e pensando na volta, desisti do SOTA e fomos seguindo o trilho das caches que o meu irmãozinho tinha planeado e nos levaria de volta ao carro pelo outro lado do monte. Foi uma tarde de geocaching penosa (nove quilos, hã?), mas saudável. 🙂

Chegados ao carro, eu, contente pelo passeio e feliz pelo convívio, sentia um pequeno amargo na boca por não ter conseguido fazer um SOTA num belo fim de semana. Até que num rasgo de lucidez, me recordo que tinha na minha gaveta mental, um SOTA de backup para quando tudo corresse mal na zona: o Monte Sameiro!!! Que quase ficava (e ficou) no caminho de regresso a Viana do Castelo! 😀 Gps, blah blah blah, siga!

A hora não podia ser melhor, os turistas estavam a descer o monte que eu estava a subir (de carro). Para não estragar por completo o espírito SOTA, deixei o carro a cerca de 500 metros do local de onde activei o monte…

Às 18:31 (LT) realizava o primeiro de 23 QSOs nos 40 metros, desde o CT/MN-035 – Monte Sameiro.

73 de CT7AFR, Emmanuel.

O que pode correr mal num SOTA (I)

Num SOTA, muita coisa pode correr mal, muito mal até. Ontem (Domingo 22 de Maio), depois de um Sábado nojento que me boicotou o SOTA previsto, curiosamente o MN-036 que o Gomes (CT1HIX) activou 🙂 , ao ver o belo do céu azul resolvi não dar o fim de semana por perdido. Refiz o “plano de voo” para o dia com a família, e lá vou eu monte acima para SOTAr a Serra de Santa Luzia. A família iria lá ter com o “carro vassoura”…

Chegado ao marco geodésico, primeira observação/obstáculo: Nunca vi tantos cavalos garranos como nesse dia! Estavam onde eu queria estar. “Ah e tal, são mansinhos” Pois, mas a casa é deles e malucos há por todo o lado… Desviei-me uns metros.
Armado o dipolo, ligado o rádio, preparado o logbook, PIMBA!!!! Aí surge a falha! Qual estalo com luva de boxe, qual coice no rabo… Estava no ponto SOTA, mas afinal qual era a sua referência?! Ora bolas, já lá tinha estado a passear, já o tinha revisitado para reconhecimento, já tinha percorrido esta serra de um lado para o outro antes mesmo que existisse SOTA! Mas faltava o dado burocrático que faz toda a diferença. 🙁

Para resolver o assunto, lanço um SOS em todos os repetidores que conseguia activar daquela ponto: Serra d’Arga, Braga, Arrestal, Serra da Estrela até! De facto, ao domingo à tarde, os repetidores estão desertos. Horas depois de chegar a casa, fiquei a saber que ontem era dia de bola, de final de mais uma taça…
Então com GSM intermitente, lancei o SOS por SMS para outros sotistas. Aqui fico agradecido ao CT2HKN por me ter socorrido e aos outros que chegaram depois. Forte abraço Miguel.

Com a referência CT/MN-037 apontada no cabeçalho do Log, já perto das 19:00 iniciei a chamada. Chamei, chamei, chamei… nada! Tinha o dipolo com os lóbulos orientados Norte-Sul. Passados perto de 30 minutos a chamar, a ver a bateria a baixar para 11.5V em carga, a ficar desesperado, resolvi numa última tentativa rodar a antena cerca de 45 graus (SSE-NNO) a pensar no Portugal profundo que gosta dos 40 metros. Logo apareceu um pile-up que me permitiu facturar 13 QSOs até a bateria chegar ao limiar do ponto sem retorno (10.8V). Foram contactos desde cá até a Inglaterra, passando pela Espanha, França e Holanda. Estações portuguesas foram.. só uma.
Concluindo: Tive sorte! Correu bem graças aos amigos.

NOTAS FINAIS:
1) Quando a GSM não presta ou está intermitente, desactivar o 3G no telemóvel ajuda a tornar a ligação à rede mais estável.
2) A passagem do Rali de Portugal por aquelas bandas, deixou um rasto impressionante de lixo. Devo ter visto umas valentes toneladas de vidro em garrafas de cerveja. Sacos do lixo por todo o lado, fitas limitadoras do ACP e redes de plástico que devem ter servido de barreira para o público. Só costumo ver tanto lixo assim, nos momentos post-mortem de alguma queima das fitas ou festival de música. Aqui, por estar no meio da natureza, ver um cenário destes dá-me um misto de nojo e tristeza. Por ver espalhados pelo monte dezenas de casas de banho amovíveis (daquelas cabines de plástico), tenho a esperança que alguém passe por lá para recolher as mesmas e todo o entulho que por lá estava. Hei-de voltar brevemente à Serra para ver se ficou limpa… Só espero que não demorem.

Desculpem o lençol, o desabafo e a falta de imagens; só me lembrei de tirar fotos quando já estava tudo desmontado (a máquina subiu a Serra no carro vassoura).

73 de CT7AFR, Emmanuel.

O meu primeiro SOTA

Já andava para me iniciar nas actividades SOTA há mais de um ano! Mas 52 fins de semana por ano não chegam para nada… O meu desejo de activar um cume foi sendo contrariado semana após semana, ora devido a compromissos pessoais, ora porque a meteorologia não ajudava, ora porque o meu equipamento estava investido noutras experiências…

SOTA - Dia Nacional 2016
SOTA – Dia Nacional 2016

Hoje é o Dia Nacional do SOTA! Hoje, o SOTA Portugal mostra ao mundo que celebra o seu quinto aniversário. Hoje tinha de activar um cume! Para isto, há mais de um mês, começaram os preparativos. Se houvesse oportunidade de activar um cume mais cedo, teria sido feito, mas a “maldição” não deixou.

O cume escolhido podia ter sido um que ficasse mais perto de casa, mas acabou por ser uma junção de útil com agradável. O Minho tem cinquenta pontos SOTA, um dos meus irmãos habita a cerca de dois quilómetros (a pé) de um deles. Nada como ir a casa dele para tratar de uns assuntos técnicos e aproveitar a deslocação inter-regional para activar o cume CT/MN-039, vulgo “Morreira”. Confesse-se que quinze dias antes já tinha ido ao sítio, explorar o caminho e conhecer as condições locais.

Trilho N101-CT/MN-039
Trilho entre N101 e SOTA CT/MN-039

Com mais de uma hora de atraso em relação ao desejado, iniciou-se a subida de um percurso com declives entre os -1% e os +27%, até atingir o cume que fica a 479 metros acima no nível médio do mar. No entanto o ganho em altitude entre o ponto de partida (N101) e o ponto SOTA é de cerca de 175 metros. O trajecto com um comprimento de 1875 metros, sem paragens, foi feito em cerca de 35 minutos.

A mochila com o respectivo payload pesava quase 12 kg. A cana de pesca que serve de mastro para a antena serviu também de bengala (recolhida, mede cerca de 1,2 m) ; que muito jeito dá nos troços off-road do percurso.

“12kg?!”, perguntarão exclamados os “profissionais” do SOTA… Sim, para a primeira vez, todo o cuidado é pouco e não faltaram redundâncias em alguns materiais (porcas, parafusos, canetas, alicate, etc). O mais pesado é sem dúvida a bateria; uma bateria de 12V/12Ah. Sim, é grande, é muito grande! Mas é a que tinha à mão e com ela sei que aguentaria o meu FT-897D a trabalhar durante toda a activação e mais algum tempo. Os cabos eléctricos, bem como o coaxial, são demasiado compridos e também abusei no comprimento das cordas que levei para segurar o mastro (que desta vez nem fez falta espiar). São pontos de tenho de melhorar.

Antena no sítio, estação quase pronta.
Antena montada, estação quase pronta
Estação portátil
Estação operacional no SOTA CT/MN-039

 

 

 

 

 

 

 

 

A estação demorou cerca de 10 minutos a ser montada e a ficar operacional. O local oferece inúmeras possibilidades para montar todo o tipo de antenas. A antena usada é um dipolo de meia onda para a banda dos 40 metros, em V-invertido, equipada com balun 1:1, e ligada directamente ao rádio através de cabo RG-58. Aqui também se pode poupar algumas gramas de payload, ao substituir o RG-58 por RG-174, por exemplo.

Pormenor do balun 1:1
Pormenor do balun 1:1, atravessado pelo último elemento da cana de pesca que serve de mastro.

11:00 (Hora local), a estação está 100% operacional, inicia-se a procura de uma frequência livre. A frequência usada foi 7.1865 MHz em LSB.

“CQ CQ CQ SOTA, CT7AFR/P ACTIVANDO O PONTO CT/MN-039. CQ CQ CQ SOTA…”

Às 11:07 (HL) foi feito o primeiro QSO com o colega CT1DYH/P que estava do seu lado a activar o ponto SOTA CT/ES-005 (Monte do Alqueidão). Desta forma, o meu primeiro QSO em SOTA acabou por ser um S2S (SOTA to SOTA)! A este S2S juntaram-se mais dois: um no Monte Manique e outro, mais próximo da minha posição, no Monte de Arouca. E a estes ainda consegui juntar mais dois contactos com estações fixas.

"CQCQCQ SOTA..."
“CQCQCQ SOTA…”

Infelizmente, apesar de estar prevista a activação também na banda dos 20 metros, a meteorologia estava a piorar gradualmente. Para não colocar o meu equipamento em risco, optei por terminar a activação. Felizmente, para efeitos de validação da activação no sistema de Log SOTA, superei a quantidade mínima de QSOs exigidos. Na banda dos 2 metros (FM), apesar de ter chamado nos repetidores que conseguia activar desde a minha posição com a antena original do meu FT-60E, não consegui encontrar ninguém que pudesse mudar de frequência para tentar uma ligação directa na mesma banda.

11:45 (HL), tudo desmontado e embalado, iniciou-se a descida que apesar de se prever mais fácil acabou por ser mais cansativa por passar o trajecto todo a “travar com o motor”, com a carga invulgar à costas e o piso escorregadio devido à mistura de areia com gravilha… A meteorologia foi piorando mas só a meio caminho entre Braga e Viana do Castelo é que vi o pára-brisas do meu carro a ficar molhado. Provavelmente podia ter ficado lá mais uma horinha…

Próximo SOTA será o CT/MN-0… Hummm deixa cá ver… 😉

73 de CT7AFR, Emmanuel.